PASTORAL FÉ E POLÍTICA

Arquidiocese de São Paulo

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Seleções PFP

XIX Semana de Fé e Política - 2018

Apresento a Semana de Fé e Política que tem por tema:

Defesa da vida e cultura de paz

Na primeira noite, o ver, será o teólogo Mauro Kano nos ofereceu uma formação política (ppt que enviei para você)
Na segunda noite, o julgar,  a pastora luterana a partir do livro de Miquéias
Na terceira noite, o agir,  rodas de conversas com os serviços a favor da vida no território
Cada participante participou de duas rodas (30 minutos cada) que irão se inscrever na primeira e segunda noites

Tema

Movimento

Habitação

Movimento de Defesa do Favelado (MDF) e

Movimento Sem Terra Leste 1

Mulher

Casa Cidinha Kopcak

Assistência Social

Centro de Refer. Especial. de As. Social (CREAS) eCentro de Referência de Assistência Social (CRAS)

Campo - cidade

Associação Brasileira da Reforma Agrária (ABRA) e

Movimento de Integração Campo-Cidade (MICC)

Refugiados

Cáritas

 Direitos Humanos

Centro de Def. da Criança e do Adol. (CEDECA) e Centro de Dir. Humanos de Sapopemba(CDHS)

Deficientes

Pastoral da Pessoa com Deficiência (PPD)

Encarcerados

Pastoral Carcerária


Estamos levantando junto às pastorais e movimentos sociais, as demandas para o Estado de São Paulo e nesta noite faremos a apresentação do material.

Clique nos links abaixo para acessar os materiais:

Conjuntura-DoPequenoaoGrandeedoGrandeaoPequeno.pptx

LaicatoBelem.docx

DemandasMovimentosSociaisEleicoes2018.docx

MATEUS É ACOLHIDO; Mt. 9,9-13

O Sermão da Montanha ocupa os capítulos 5 a 7 do evangelho de Mateus. A parte narrativa
dos capítulos 8 e 9, tem como finalidade mostrar como Jesus praticava o que ensinava. Ele
rompe com as normas e costumes que excluem e dividem as pessoas. Nas atitudes e na prática
de Jesus, aparece em que consiste o Reino e a observância perfeita da Lei de Deus

Mt.9,9: Tendo partido daí, Jesus viu um homem chamado Mateus sentado na coletoria de
impostos. Jesus lhe disse: “Siga-me! ” Levantando-se, ele o seguiu.

Para entender melhor este versículo é importante lembrar que no direito romano, os
intermediários que em cada país, eram encarregados de cobrar impostos e tributos dos seus
próprios conterrâneos. Eram chamados de publicanos. Eles tinham direito de a parte deles em
cada taxa. A população judaica os detestava. Pela lei eram considerados “pecadores públicos”.

Mateus é um publicano, cobrador de impostos em nome do Império Romano. No evangelho
de Mateus o primeiro chamado feito por Jesus foi de quatro pescadores (Mt.4,18-22). Parece
que Jesus tem a intenção de romper com as normas e costumes que excluíam e dividiam as
pessoas. Como os primeiros quatro chamados, assim o publicano Mateus larga tudo que tem.
O seguimento de Jesus exige ruptura.

Mt.9,10: Ora, aconteceu que Jesus estava em casa sentado à mesa. Chegaram muitos
cobradores de impostos, e sentaram-se à mesa com Jesus e seus discípulos.

Chamando Mateus, Jesus mostra aos pecadores que não leva em consideração o passado
deles, nem sua condição social, ao contrário, acolhe-os à mesa e assim abre-lhes perspectiva
para um novo futuro. Lembro aqui um ditado: “Não existe santo sem passado, nem pecador
sem futuro”.

A Igreja não é uma comunidade de pessoas perfeitas, mas de discípulos a caminho, que
seguem o Senhor porque se reconhecem pecadores e necessitados do seu perdão. O Papa
Francisco diz: “A vida cristã é escola de humildade que nos abre à graça”.

Mt.9,11: Vendo isso, os fariseus perguntavam aos discípulos de Jesus: “Porque o mestre de
vocês come entre os cobradores de impostos e pecadores? ”

O comportamento de Jesus não é compreendido por pessoas que têm a arrogância de se julgar
“justos”, de achar que são melhores que os outros. Essa atitude não permite enxergar o rosto
misericordioso de Deus e agir com misericórdia seguindo o exemplo de Jesus.

O sentimento de superioridade (cultura do ego) e o orgulho são “muros” que impedem nossa
relação com Deus. Jesus não liga para a acusação. Ele acolhe e é acolhido e até faz uma
confraternização com eles.

Mt.9,12: Jesus ouviu e respondeu: “Não são os sadios que precisam de médico, e sim os
doentes. Vão e aprendam o que significa: Quero misericórdia e não sacrifício. Porque eu não
vim chamar os justos e sim os pecadores”

Jesus faz memória do livro do profeta Oseias: “Pois eu quero amor e não sacrifícios,
conhecimento de Deus mais do que holocaustos” (Os.6,6) . Com o chamado de Mateus e com a
reunião em torno de uma mesa, Jesus mostra como rejeita os esquemas e planejamentos que
discriminam as pessoas, tanto do ponto de vista social como religioso.

Jesus se utiliza da Palavra de Deus para ensinar que os fariseus eram muito observantes da lei,
mas não estavam dispostos a compartilhar a mesa com os publicanos e pecadores. Não
reconheciam a possibilidade de uma renovação de vida. Não colocavam em primeiro lugar a
misericórdia. Para Jesus a misericórdia vem em primeiro lugar.

Atlas da Violência 2018

O Brasil atingiu, pela primeira vez em sua história, o patamar de 30 homicídios por 100 mil habitantes. A taxa de 30,3, registrada em 2016, é 30 vezes o observado na Europa naquele mesmo ano.

Em 2016 morreram 62.517 pessoas assassinadas no Brasil. No mesmo ano morreram 49 mil pessoas na guerra da Síria.

 

Clique nos links abaixo para acessar o material:

Documento Atlas da Violência 2018;

Informativo Atlas da Vioência 2018;

Prêmio Milton Santos 2018

O Prêmio foi criado com o objetivo de reconhecer e valorizar projetos de desenvolvimento social, incluindo a ampliação de direitos territoriais e culturais, além de trabalhos que resultem em novas formas de solidariedade comunitária: promoção da saúde, estímulo à arte, fomento à geração de renda e inclusão social.

O nome da premiação é uma homenagem da Câmara Municipal de São Paulo a um dos mais importantes geógrafos brasileiros. As ideias de Milton Santos modificaram os conceitos de território e globalização, sempre com enfoque no espaço de convivência local por meio da ‘dimensão humana’.

http://www.camara.sp.gov.br/blog/camara-abre-inscricoes-para-a-edicao-2018-do-premio-milton-santos/

LICÃO DA FIGUEIRA E DO TEMPLO; Mc. 11,11-26

Marcos descreve os fatos de tal forma que seus leitores e suas leitoras possam perceber
melhor o significado deles para a fé. Assim, primeiro, ele conta a maldição da figueira; em
seguida, a expulsão dos vendedores e, no fim, fala novamente da figueira.

Mc. 11,11: E Jesus entrou em Jerusalém, no Templo. Depois de observar tudo ao redor, saiu
com os Doze rumo a Betânia, porque já era tarde.

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Apresentação “Exortação Apostólica – Gaudete Et Exsultate” do Papa Francisco

Segue o material para leitura e reflexão.

Espero que estas páginas sejam úteis para que toda a Igreja se dedique a promover o desejo da santidade. Peçamos ao Espírito Santo que infunda em nós um desejo intenso de ser santos para a maior glória de Deus; e animemo-nos uns aos outros neste propósito. Assim, compartilharemos uma felicidade que o mundo não poderá tirar-nos.

Papa Franciscus

Clique aqui para acessar o material.

DA TRISTEZA PARA A ALEGRIA: Jo. 16,20-23

Estamos vivendo o tempo litúrgico entre a Ascensão e Pentecostes. As leituras de cada dia
pertencem aos capítulos 16 e 21 do evangelho de São João, onde fazem parte do assim
chamado Livro da Consolação ou da Revelação perante a Comunidade.

Jo. 16,20: “Eu lhes garanto: Vocês vão chorar e se lamentar, mas o mundo vai se alegrar.
Vocês ficarão angustiados, mas a angústia de vocês se transformará em alegria”.

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Seleções PFP ASP

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Textos selecionados pelos membros e colaboradores da Pastoral Fé e Política da Arquidiocese de São Paulo, com temáticas e autores variados. Para qualquer crítica ou sugestão, fale conosco por meio de nosso formulário de contato.